|
[Quarta-feira, Dezembro 15, 2004]

por CAIO CESAR CHRISTIANO * 7:39 AM
___________________
Comments:
[Segunda-feira, Dezembro 06, 2004]
Como resultado de uma noite insone, decidi atualizar o blog com uma história curta do Olendino publicada em Sobrenatural, 37, de 1982. Ela faz grande uso da metalinguagem ( que não foi inventada por Grant Morrison, como pensam muitos) e mostra um dia "típico" na vida do quadrinista Olendino Mendes. Muito interessante a forma como ele retrata o jornaleiro típico do Brasil, que não tem a mínima idéia do produto que vende, e as revistas nacionais, sempre relegadas a ficar "perto dos plásticos, atrás dos bilhetes de loteria". Boa leitura
nota: se vc usa configuração 800X600 ou inferior, não se esqueça de maximizar (clicar no botão com dois quadradinhos no canto superior direito) a sua janela pop-up para poder ler as histórias corretamente.
por CAIO CESAR CHRISTIANO * 2:12 AM
___________________
Comments:
[Sexta-feira, Dezembro 03, 2004]
Depois de ler esta história, você nunca mais vai querer comer carne de porco!
Assim era anunciada esta história no número 30 da revista Sobrenatural de setembro de 1981 (Editora Vecchi). O roteiro é de Luscar (Luiz Carlos de Almeida) e os desenhos inconfundíveis são de Flávio Colin.
Os turistas brasileiros que vão ao exterior deveriam começar a adotar a prática de sempre levar consigo, além das camisas amarelas da seleção, o café e a pinga, também uma revista, qualquer uma, com os traços de Flávio Colin. Para mim, não há aqui nenhum outro artista tão ímpar quanto ele. A resposta à pergunta "Mas, o que é uma história em quadrinhos brasileira?" com certeza é: Colin!
nota: se vc usa configuração 800X600 ou inferior, não se esqueça de maximizar (clicar no botão com dois quadradinhos no canto superior direito) a sua janela pop-up para poder ler as histórias corretamente.

por CAIO CESAR CHRISTIANO * 11:19 AM
___________________
Comments:
[Quarta-feira, Dezembro 01, 2004]
Mas que efeitos arrebatadores uma indicação nos BLOGS OF NOTE pode ter! Quando iniciei o GIBIBLOG há quase dois meses, eu achava que ia ter um ou outro leitor aqui e acolá, nunca achei que ia chegar a ter um grande volume de visitas. No entanto, bastou a inclusão na página que me surpreendi ao ver que o número de entusiastas do quadrinho nacional é bem maior do que eu imaginava. E para os que ainda não o são, criar uma nova geração de adoradores de nossos artistas é uma das funções deste blog.
Me lisonjeia muito, por exemplo, o fato do grande MOACY CIRNE ter me visitado e deixado um comentário.
Todos os outros comentários também foram anotados e sempre buscarei atender a todos.
A leitora Bia, por exemplo, me chama a atenção para a falta de mangás por aqui... Bom, creio que está claro que a falta é, na verdade, proposital, já que a proposta do blog é ser totalmente dedicado aos artistas nacionais. Mas resolvi presentear a Bia com algo que talvez seja de seu agrado. Aqui está A GRANDE CHANCE, publicada na revista Miniterror número 4 de 1969, do grande Cláudio Seto.
Nos anos 80, quando RONIN foi publicado, louvou-se, por todos os cantos, Frank Miller por ter incluído, pela primeira vez na história do quadrinho ocidental, características do mangá em seus "comics". No entanto, todos os leitores da editora EDREL, na época já extinta, sabiam que aquilo não era de todo verdadeiro, já que o Brasil tabém faz parte do Ocidente, e já que aqui, certa vez, houve um Cláudio Seto antecipando em alguns anos toda uma onda de culto à cultura de samurais, artes marciais, e uma explosão de Mestres do Kung-Fu e Bruce Lees que tomaria conta do mundo a partir dos anos 70. Mas talvez seja nosso destino ter entre nós uma infinidade de "precursores não cantados", uma nação cheia de Ângelos Agostinis e Santos Dumonts.
O estilo de desenho de Seto NÃO se assemelha ao de Osamu Tezuka, que parece ter virado o padrão para a maioria do que se publica em mangá. Talvez, eu pudesse usar de certa liberdade e dizer que ele lembra mais o de Goseki Kojima (apesar de ele, creio eu, não ter tido qualquer influência do mestre nipônico). Mesmo assim, os seus temas continuam tão atraentes quanto eram há mais de 30 anos, e para os "moderninhos" é possível identificar um clima muito semelhante ao de Kill Bill, principalmente na sequência final da história. Para quem estiver interessado em ler uma ótima matéria com o Cláudio Seto, sugiro a visita ao site de José Carlos Neves, que possui uma entrevista que eu adoraria ter feito (mas obviamente eu a faria sem as perguntas sobre o Alan Moore).
Divirtam-se!
nota: se vc usa configuração 800X600 ou inferior, não se esqueça de maximizar (clicar no botão com dois quadradinhos no canto superior direito) a sua janela pop-up para poder ler as histórias corretamente.

por CAIO CESAR CHRISTIANO * 11:35 PM
___________________
Comments:
|