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[Sexta-feira, Junho 17, 2005]
Recebi o seguinte por email e dou todo apoio à campanha.
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Campanha: Prezado Editor (Retirada do fotolog do Lorde Lobo)
De acordo com o compromisso firmado com o amigo JJ Marreiro (da revista independente Manicomics), o Estúdio Areia Hostil se engaja à campanha "Prezado Editor" que consiste em enviar cartas (de preferência escritas à mão) para algumas das editoras que publicam arte seqüencial no Brasil. Os endereços físicos das empresas estão listados abaixo.
Por que pedimos sugerimos que as cartas sejam escritas à mão? Porque a carta escrita à mão é uma comunicação mais pessoal, assim quem quiser fazer pequenas alterações no texto da campanha se responsabiliza por sua própria opinião.
Não é nossa intenção agredir ninguém nem criar um clima de animosidade com as editoras. Estamos apenas tentando estimular aqueles que querem ler quadrinhos feitos no Brasil que saiam da letargia e passem a agir. Agir mais e falar menos.
Como esta é a primeira etapa da campanha ela poderá sofrer adaptações e ajustes de acordo com as sugestões das pessoas que resolverem aderir.
Obrigado a todos!
Segue uma sugestão de texto e os endereços das editoras:
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"Prezado Editor,
Sou leitor de histórias em quadrinhos e tenho sentido falta de publicações produzidas no Brasil por autores brasileiros. Apesar de existirem empreendimentos como Turma da Mônica, Holy Avenger e mais um ou dois títulos com características de produção brasileira gostaria de registrar que como leitor seria muito legal ter mais opções (tanto de gênero quanto de títulos) produzidos no Brasil.
Venho à sua editora informar que como eu existem outros leitores interessados em histórias em quadrinhos brasileiras.
Agradeço a atenção,
Assina: ... (preferencialmente escrever o nome de forma legível, assinar e pôr o número da carteira de identidade)"
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Endereços de Editoras:
Editora Globo S/A
Rua Domingos Sérgio dos Anjos, 277
São Paulo - SP
CEP: 05136 - 170
Japan Brasil Communication (JBC)
Rua Loefgreen, 1291 ¿ 7º andar
Vila Maria
São Paulo - SP
CEP: 04040 - 031
Ediouro Publicações Ltda.
Rua Nova Jerusalém, 345
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 21042 - 235
Conrad Editora
Rua Simão Dias da Fonseca, 93
Aclimação
São Paulo - SP
CEP: 01539 - 020
Editora Escala
Av. Profa. Ida Kolb, 551
Casa Verde
São Paulo - SP
CEP: 02518-000
Panini Brasil Ltda.
Rua Andrade Fernandes, 283
São Paulo - SP
CEP: 05449-050
Mithos Editora
Rua Andrade Fernandes, 283
São Paulo - SP
CEP - 05425-902
por CAIO CESAR CHRISTIANO * 6:15 PM
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[Domingo, Junho 12, 2005]
Um olhar francês sobre a história da B.D. Brasileira
Apresento agora, traduzido do francês, o capítulo referente ao Brasil de BD GUIDE: Encyclopédie de la bande dessinée internationale, da editora francesa Omnibus, publicação de 2003.
A enciclopédia é uma concepção do sempre ativo pesquisador e autor de histórias em quadrinhos Claude Moliterni, mas conta com outros quatro colaboradores. O texto em questão, no entanto, é de autoria do próprio Moliterni.
Os mais familiarizados com a história de nossa HQ vão, com certeza, notar inúmeras imprecisões no texto de Moliterni assim como várias informações equivocadas (ele apresenta números da Editora Ebal dos anos 60 como se fossem atuais, por exemplo). Há também um certo desprezo (não no sentido pejorativo da palavra) com relação a certos aspectos de nossa HQ (a minimização da importância de Ângelo Agostini, por exemplo).
O texto original apresenta também inúmeros erros de grafia, principalmente no nome dos personagens e autores. Alguns erros foram claramente causados por analogias com o idioma espanhol, o autor diz, por exemplo, que Banda Desenhada se chama "Historieta" em quadrinhos no Brasil. Ao invés de colocar os nomes errados seguidos de <> eu tomei a liberdade de corrigí-los.
A palavra banda desenhada (BD) foi assim mantida, ao invés de ser traduzida por HQ, pois possibilita, em minha opinião, uma melhor idéia de que se fala de nossos quadrinhos como algo externo e estrangeiro.
Confesso que senti certa frustração quando, em minha eterna busca por material novo sobre quadrinhos brasileiros nas bibliotecas da cidade da BD -Angouleme, aqui na França -, constatei que isso foi praticamente tudo o que pude encontrar. Outro motivo de frustração é o fato de que a parte dedicada à história das histórias em quadrinhos de nossos irmãos argentinos (que são de inegável qualidade) ocupam mais do que o dobro de páginas da dedicada à nossa. O número de verbetes de autores argentinos (muito mais de 20) também nos traz vexação. Não há ao menos um autor brasileiro. O único verbete dedicado ao Brasil é encontrado na parte de personagens e trata-se, como era de se imaginar, da personagem Mônica.
Mas, como todos nós sabemos, as HQs brasileiras já existem e têm história e todos nós que militamos por sua popularização somos dotados dessa eterna paciência e esperança de que um dia teremos nossa nona arte figurando em seu merecido lugar de destaque.
BRASIL
Por Claude Moliterni
tradução de Caio Cesar Christiano
Na origem da banda desenhada brasileira (história em quadrinhos), encontramos um imigrante italiano, Ângelo Agostini, que não possui a mesma importância de um Töpfer, de um Busch e nem de um Christophe.
A série se apresenta em tiras diárias sem balões. As Aventuras de Nhô Quim, ou impressões de uma Viagem à Corte, foi publicada em Vida Fluminense a partir de 30 de janeiro de 1869 e pode ser considerada como a primeira banda desenhada do Brasil.
O país conheceu uma tradição muito importante de antigas revistas de BD. No início do século saíram O Juquinha e O Tico-tico (que ja não são mais publicadas).
O Tico-tico, da sociedade anônima O Malho, apareceu em 11 de outubro de 1905, dirigida por Renato de Castro e Manuel Bonfim, com uma tiragem de 27.000 exemplares. O jornal apresenta o nome da Escola Migalhas do Saber ou Escola Tico-Tico que corresponde à nossa escola maternal. Em resumo do que se publicava: O popular Buster Brown de Outcault rebatizado como Chiquinho, o cãozinho Tige que se transformou em Jagunço. Com a primeira guerra mundial a produção americana deixa de entrar no Brasil e Chiquinho é substituído por Luís Gomes Loureiro. Em seguida, o Tico-Tico passa a publicar apenas bandas desenhadas brasileiras, com exceção de Mickey Mouse e Felix the Cat, que se transformou no Gato Estopim. Entre os personagens publicados por O Tico-Tico, os mais lembrados são a dupla de idiotas Ze Macão e Fautina, criada em 1908 por Alfredo Storni, Kaximbow de Max Yantok em 1910 e o trio Reco-Reco, Bolão e Azeitona de Luis Sá. Em 1918, O Tico-Tico publica seu primeiro jogo de recortar, colar em cartolina e colocar sobre a página. Tratava-se de uma história completa de Chiquinho, em que o herói caía na estrada em seu carro, feliz pela assinatura do armistício. O Tico-Tico desapareceu no fim do ano de 1960 após cinqüenta e cinco anos de publição. Em 1921 começa a publicação de O Juquinha.
Em 15 de setembro de 1929, em São Paulo, aparece o primeiro número de A Gazeta Edição Infantil publicada pelo jornal vespertino A Gazeta. Em seu início A Gazetinha é semanal, depois passa a ser lancado duas vezes por semana e, à partir do numero 245 de 31 de agosto de 1937, ela será apresentada três vezes por semana nas bancas de jornais! Em suas páginas além dos comics americanos encontramos Little Nemo (Carlinhos), e descobrimos Piolim a partir do numero 5 (1929), desenhado por Gomez Dias e depois por Dino Borges assim como Bolinha e Bolonha e Jojoca e Rabicó de Nino Borges em 1930. Em 2 de outubro de 1930, a Gazetinha suspende sua publicação e depois a recomeça em 14 de setembro de 1933 para desaparecer novamente em março de 1940. Neste período, são publicadas séries americanas como Brick Bradford (2 de maio de 1935), O Fantasma (The Phantom) à partir de 2 de dezembro de 1937 - também o encontramos em O Correio Universal -, Barney Baxter (10 de março de 1937) e O Super-homem (Superman) à partir de 8 de abril de 1939. Os autores brasileiros também estão presentes neste novo formato, por exemplo Nhô Totico com os personagens Chiquinho, Chicote e Chicórea.
O jornal, dirigido por Jerônimo Monteiro, recomeça sua publicação após a guerra, em 18 de março de 1948, com coletâneas de bandas desenhadas italianas. A partir de 4 de agosto de 1949 a revista se torna quinzenal com quarenta páginas ao preço de 2 cruzeiros e publica autores brasileiros como Jayme Cortez, Messias Sammarco, Zaê Junior. Mas o jornal não encontra mais o apoio do público e desaparece no numero 23, em primeiro de junho de 1950.
O lançamento, por Adolfo Aizen, do Suplemento Juvenil, em 14 de março de 1934, como um apêndice do jornal A Nação do Rio de Janeiro é o evento que lança a banda desenhada no Brasil. Ele se separa do jornal e é lançado três vezes por semana (às terças, quintas e sábados) em formato tablóide e em cores. Encontramos em suas páginas Flash Gordon, Jim das Selvas, Tarzan, Billou, Agente Secreto X-9, Mandrake, Dick Tracy, Príncipe Valente, Terry e os Piratas, etc. Os autores brasileiros - Monteiro Filho, Celso Barroso e Fernando Dias da Silva - também têm seu lugar. Lançado no mercado com uma tiragem de 300.000 exemplares, a publicação se mantém com vendas de mais de 200.000 exemplares.
À partir de dezembro de 1934 são lançadas quatro vezes por ano as edições especiais de O Suplemento Juvenil (Edição Maravilhosa): em março, na ocasiao do aniversário da publicação, em junho pela festa de São João, em setembro pela festa de Independência e no natal.
A gazeta publica A Gazetinha e A Gazeta Juvenil em duas épocas diferentes com muito sucesso. O Cômico, Guri, Mirim sextaferino, Correio Universal, Lobinho, Sesino, Vida Juvenil, Biriba são todas revistas de grandes tiragens que encontram sucesso e importancia histórica. Mais tarde, Adolfo Aizen, tendo cessado a publicação do Suplemento, cria a Editoral Brasil América com O Herói, a primeira publicacao desta futura grande casa de edição. Todas essas revistas são modificadas com o passar dos anos. Elas agora publicam historias completas vindas dos comic books, pois o sistema de tiras diárias publicadas nos jornais funciona mal e as tentativas de publicar os suplementos em cores fracassam.
A revista O Globo lança, em 2 de janeiro de 1940, Gibi Mensal, a primeira revista em quadrinhos publicada no Brasil com uma aventura de O Tocha Humana (The Human Torch) seguida de histórias completas oriundas dos comic books como Captain Marvel por exemplo. Gibi Mensal dá origem à palavra "gibi" que designa as BDs no Brasil.
O jornal Diário da Noite publica O Gury (1940). Em 1942 aparece O Jornalzinho, a edição brasileira do semanario italiano Il Giornalino publicado pelas Edizioni San Paolo. Ele cessa sua publicação em 1972.
As editoras brasileiras não publicam apenas histórias em quadrinhos, mas também tiras diárias em seus jornais diários e Sunday Pages (páginas domicais em cores de jornais americanos) em seus suplementos coloridos de domingo. Existe no país uma plêiade de desenhistas excelentes e excepcionais , todos apaixonados pela banda desenhada: uma geração formada pela leitura de BD. Eles nao desenham, entretanto, quadrinhos e migram para a publicidade, desenhos animados, televisão, cinema, ilustração de livros, pintura, ensino, diferentes setores do mercado editorial, literatura e imprensa - enfim, por todos os cantos, menos as bandas desenhadas. São numerosas as experiências que fracassam, salvo algumas raríssimas exceções. Elas encontram relativo sucesso durante algum tempo, mas o início dos anos cinqüenta marca seu fim. K. Ximbow de Max Yantol, A Garra Cinzenta de Renato Silva, Audaz, O Demolidor de Messias de Mello, Raffles de Carlos Thiré, as experiências de Monteiro Filho, Osvaldo Stroni, Fernando Diaz da Silva, Jayme Cortez Martins, Reinaldo de Oliveira, Álvaro de Moya, Syllas Roberg, Miguel Penteado, e mesmo Morena Flor de Andre LeBlanc - que viria a ser distribuído nos Estados Unidos -, O Saci de Ziraldo e as adaptacoes de folhetins brasileiros por Aizen: tudo termina.
Em 1951 nasce Cirandinha, primeira revista para meninas. Em 1953, Jayme Cortez cria Sérgio Amazonas, uma série de aventuras que se passam na selva amazônica.
No começo dos anos sessenta, as coisas começam a mudar com a chegada da revista Pererê, a abertura da Escola Panamericana de Arte de São Paulo - dirigida por Enrique Lipszyc que tem professores como Hugo Pratt e Alberto Breccia - e a chegada ao mercado dos personagens criados por Maurício de Souza (Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Bidu, Pelé, 1959) o qual abre alguns meses mais tarde um estúdio e uma agência de distribuição transformando-se em uma espécie de Walt Disney brasileiro.
Apesar de tudo, o Brasil é o pais que organizou, em 18 de junho de 1951, a primeira Exposição Internacional de histórias em quadrinhos (preparada por Álvaro de Moya, Reinaldo de Oliveira, Jayme Cortez Martins, Syllas Roberg e Miguel Penteado) com o nome de Studiarte, que aconteceu no Centro de Cultura e Progresso de São Paulo. Milton Caniff, Al Capp, Alex Raymond, Hal Foster, Will Eisner foram contactados assim como editoras, syndicates e revistas do mundo inteiro. Foram expostos originais de George Herriman (Krazy Kat), Alex Raymond (Rip Kirby e Flash Gordon), Milton Caniff (Steve Canyon), Al Capp (Li¿l Abner), Hal Foster (Prince Valiant), George Wunder (Terry and the Pirates), e reproduções de revistas em quadrinhos importantes. Apresentou-se a gênese e o desenvolvimento dos quadrinhos. Realizou-se uma analise de The Spirit de Will Eisner e apresentou-se também críticas dirigidas às editoras que publicavam desenhistas brasileiros que plagiavam desenhistas de comic books americanos. Criticou-se igualmente as restrições devidas às pretensas más influências das BDs sobre as criancas. Os artigos foram publicados em jornais e houve debates sobre o assunto no rádio e na televisão. Questionavam-se os professores escolares, editoras e críticos de arte; tentou-se convencer pais e autoridades e vozes se levantaram contra a direita que os taxava de comunistas e contra a esquerda que os acusava de promover a decadente cultura imperialista.
Lutou-se também pela nacionalização da BD e foi fundada a Associação Paulista de desenhistas, que permitiu que os jovens criadores se exprimissem e abriu novos caminhos para a produção brasileira. Sem nenhuma dúvida, tudo o que se seguiu na BD brasileira depende, em grande parte, deste movimento.
Jayme Cortez, mestre sutil e incentivador de jovens desenhistas brasileiros (português de nascimento, residente no Brasil), colocou à disposição seus conhecimentos em um livro intitulado A Técnica do Desenho (1964), uma antologia de desenhistas brasileiros. Finalmente, em 1965, com o Instituto de Pedagogia da Universidade de Roma, o Instituto de Ciências da Comunicação de Massa e o CELEG de Paris, transferiu-se a exposição de Bordighera para a 8ª bienal de São Paulo, com a visita de Tomano Calisi, diretor do Intituto de Pedagogia da Universidade de Roma e diretor do Salone Internazional dei Comics de Lucca. Em 1966, o Brasil participou em Lucca no Salão Internacional de B.D.. Álvaro de Moya, Jayme Cortez Martins, Maurício de Souza, Sérgio Lima e Leila Lima lá estiveram.
Embora o mundo editorial estivesse sensibilizado pelo interesse do público pela BD, os editores continuavam a publicar material estrangeiro, o que levou autores como Sérgio Macedo e Alain Voss a emigrar para a França ou Jô Oliveira e Miguel Paiva para a Itália, apenas para citar alguns.
Ziraldo (Ziraldo Alves Pinto) lança A Turma do Pererê (1960), a primeira revista de BD realizada por um único autor. Durante a ditadura militar (1964-1984), ele criou, junto a outros humoristas, O Pasquim, uma revista anti-conformista que fez escola.
Em 1983 é promulgada uma lei que obriga os editores brasileiros a publicar cinqüenta por cento de material nacional.
As editoras, de nível internacional, possuem grande qualidade técnica. Podemos citar Manchete, Fatos e Fotos, Realidade, Veja, Cláudia, Jóia, Manequim, Capicho, Fairplay, Quatro Rodas, O Cruzeiro, Visão, Ressagna, Máquinas e Metais, Transporte Moderno, O dirigente, e muitas outras.
No setor de B.D., a editora Brasil-América, uma das maiores do mundo, especializada no gênero, publica Batman, Tarzan, Superman, Super-Heróis, Tom e Jerry, Os Justiceiros e ainda muitos outros e lança duas revistas do gênero comic book por dia com tiragens de 70.000 e 100.000 exemplares.
A Editora Abril publicava em 1999 as obras de Walt Disney. Entre as revistas semanais: Pato Donald e Zé Carioca (José Carioca); e entre as mensais: Tio Patinhas e Mickey. A Rio-Gráfica editora distribui O Fantasma, Mandrake, Flash Gordon, Ferdinando (Li¿l Abner), Nick Holmes (Rip Kirby), Jim Gordon (Buz Sawyer), Recruta Zero (Beetle Bailey), etc. O Cruzeiro publica Luluzinha, Bolinha e o Guri, etc. Outas editoras de menor importância publicam histórias de terror e guerra. Um acordo recente entre o King Features Syndicate e as edições Cokrane do Chile, graças às vantagens de importação do ALALC (Associação Latino Americana de Livre Comércio) possibilitou uma invasão de revistas impressas em português no Chile que são importadas para o Brasil.
por CAIO CESAR CHRISTIANO * 9:08 AM
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